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sábado, fevereiro 01, 2014

Servos Astrais PARTE 2 -Addendum


       Saudações, humanos! Hoje eu estou aqui para dar continuidade na matéria do nosso amigo Heustam sobre SERVOSASTRAIS. Conversando com algumas pessoas, pude perceber que eu tenho uns macetes bem bacanas pra passar pra vocês e que vão evitar MUITO que vocês se deem mal no futuro. 
        A primeira coisa que você deve saber é: SERVOS ASTRAIS NÃO SÃO POKÉMONS, não adianta você criar 150 e não dar conta da manutenção de 1. As consequências de um Servo Astral com fome podem ser bem desagradáveis e até graves. Para ilustrar, um Servo Astral com fome pode muito bem vampirizar uma pessoa uma vez pra se alimentar, mas se seu criador continua a lhe negligenciar a devida atenção, o Servo vai atrás daquela pessoa que ele já conseguiu vampirizar uma vez (porque afinal, sabe que tem alguma afinidade com ela) ou procurar outra, se não for possível a aproximação da primeira, e vai continuar a vampirizar essa pessoa indefinidamente (dá pra chamar de vampirismo de longo termo). Com o tempo, essa pessoa vai sofrer desequilíbrios em seus corpos sutis, que mais tarde evoluirão para doenças graves (desde gripes fortes até câncer) e saiba você: querendo ou não, TUDO o que o teu Servo faz é responsabilidade SUA, o carma é SEU. 
            Eu fiquei quase um ano inteiro planejando meu primeiro Servo, e isso valeu MUITO a pena. Nesses onze meses e meio eu consegui me conectar muito bem com uma fonte de inspiração e  “desenvolvi’’ (as coisas acontecem de maneira tão espontânea que a gente até duvida que fomos nós os responsáveis) muitas travas de segurança e macetes em relação aos Servos Astrais.
            A primeira vez que eu ouvi falar em algo assim tinha sido com o Konstantinos em seu livro “Bruxaria Noturna- magia depois que o Sol se põe’’ (Madras) e depois, muito fascinado com essa possibilidade, cheguei a Franz Bardon (ele é um lindo de morrer, acreditem!) e aí a coisa engrenou de vez.
            Vamos ver como podemos tomar certas medidas de segurança para evitar que as criaturas se voltem contra seus criadores e algumas medidas mais para evitar que um Servo Astral saia vampirizando meio mundo por aí e aumente seu saldo negativo no Crédi-Karma.
           

 Começando: Planejamento, Planejamento e MAIS Planejamento
                Pessoas, eu sei que quando a gente quer muito uma coisa tem que ser na hora, bem rápido e de preferência com fritas acompanhando, mas certas coisas não podem ser feitas de maneira desleixada... Servo Astral está na lista dessas coisas. Um Servo mal feito vai morrer logo, ou então ser derrotado fácil por qualquer energia que o confronte (Um Servo de proteção que se machuque com um palavrão em um momento de raiva COM CERTEZA não vai conseguir te defender daquela macumba braba, meu amigo...). Outra coisa que pode acontecer é o Servo sair de controle e se proclamar novo dono do mundo entre outros efeitos colaterais.
             Por esses e outros motivos você deve pensar, antes da aparência do seu Servo, a MANEIRA QUE ELE VAI OPERAR. Se eu fizer um Servo de proteção dando como diretriz a ordem “me proteja de tudo o que me faz mal’’ então estou ferrado, vai chegar uma hora que ele vai me privar de ar porque o oxigênio libera elétrons que podem danificar o DNA e causar envelhecimento! Ou então um Servo de prosperidade com a diretriz “Me faça ser promovido” vai se tornar um problemão. Pensa comigo, o que é mais fácil: uma série de pessoas acima de você na pirâmide ganharem uma promoção até chegar na sua vez, ou aquele teu superior imediato sofrer um acidente, morrer e precisarem colocar você no lugar dele? Lei Universal, galerinha: o Universo sempre segue o caminho de menor resistência! Se você não especificar tudo direitinho, teu Servo vai fazer aquilo que der menos trabalho!
                Por isso, primeira trava de segurança do teu Servo: DIRETRIZES. Você já conhece as três leis da robótica? Pois bem, são essas:
·         1ª Lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra algum mal.
·         2ª Lei: Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a Primeira Lei.
·         3ª Lei: Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou Segunda Leis. 
            Leve em consideração que um Servo Astral, à princípio, é um robô etérico. Claro, se for um Servo de proteção você provavelmente não vai se importar se ele causar um ataque cardíaco na pessoa que está te apontando um revólver... então a coisa complica ainda mais, pois há a necessidade de especificar em QUAIS situações, e contra QUEM, ele deve agir de maneira violenta. Como eu disse antes, o Servo vai seguir o caminho da menor resistência, e se não tiver “no contrato” ele não terá obrigação NENHUMA de parar pra analisar se essa arma na mão da criança é de verdade ou se ela só está brincando contigo com um revólver de brinquedo. Percebe o peso das suas ações? Pois é.
   Outra parte fundamental na segurança do teu Servo é o corpo físico dele. A experiência mostrou para vários de nós que, quando um ser etérico tem algo pra se fixar no físico, seu poder de ação neste plano fica mais fácil. Esse corpo físico pode ser qualquer coisa: um desenho, um livro, uma estátua, até mesmo uma casa, mas algo sempre haverá em comum entre qualquer objeto escolhido: você deve colocar a marca de seu Servo nele para que ele se fixe com mais facilidade. Essa marca, naturalmente, será um sigilo (consultem o oráculo google se não souberem o que é) e aqui podemos reforçar ainda mais a segurança de que nosso Servo não nos fugirá ao controle. Faça o sigilo do teu Servo. Como exemplo, usarei um desenho simples, veja abaixo:
O nome fictício do Servo é AMARANTH.  Tirando as letras repetidas, AMRNTH, usando essas letras componho o sigilo. (Aqui optei por não usar a letra R, nenhum motivo específico).
            
 (obs: na verdade  eu esqueci de pôr o R)
           AGORA eu devo fazer um sigilo PRA CADA DIRETRIZ que meu Servo deve seguir, e então incorporá-los ao sigilo do meu Servo .  Então, por exemplo, eu faria um sigilo da frase “não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra algum mal” e dela fico com as letras NAOPDEFRIUMSNTQGL e formo um pequeno sigilo com elas, incorporando ao sigilo do meu Servo, de forma que isso faça parte do que ele é. Não vou usar todas as letras (existem várias formas de sigilação, desde com letras até a desenhos, mas estou usando essa por ser a mais simples) então obtive:


       Eu sei que ficou bem podre, mas é só pra ilustrar que ambos os sigilos devem se fundir. (Você pode usar as letras e ir modificando-as até formarem um desenho totalmente desconexo com o alfabeto, então misturar os desenhos dos sigilos e formar um único desenho. Seja criativo!)
        Algumas diretrizes bem úteis que utilizo em meus Servos:
*Não infringe dano ao teu criador, a menos que ele ordene.
*Não impede teu criador se ele fizer, ou estiver em vias de fazer para ti, um ritual ou ordem de morte que destruirá você.
*Obedece somente a teu criador, a menos que ele ordene diferente.
*O teu criador define quando e como  te alimenta, de forma que jamais você procura fontes que não as indicadas por ele quando for ordenado a fazê-lo.
E agora as mais importantes diretrizes:
“Quebrar qualquer uma das diretrizes leva a sua morte imediata. Seu corpo se decompõe em energia benéfica e é absorvido pelo solo”
“A destruição do teu corpo físico leva imediatamente a destruição dos teus corpos energéticos, que se decompõe em energia benéfica e são absorvidos pelo solo’’

Obs: é DE EXTREMA IMPORTÂNCIA colocar todas as diretrizes no PRESENTE, de forma que elas sejam cumpridas NO PRESENTE. Sabe aquela coisa que você sempre deixa pra amanhã e esse amanhã nunca chega? Então, as coisas não devem ser planejadas pra AMANHÃ, e sim pra HOJE, AGORA, então tudo no presente... outra coisa importante: é bom focar que a energia da decomposição do(s) corpo(s) sutil (is) do Servo sejam absorvida(s) pelo solo (conforme o Servo ganha complexidade, ele desenvolve mais corpos sutis, cada um especializado em uma função, como pensamento, emoção, raciocínio lógico, imaginação, etc) pelo seguinte fato: quando nós morremos, retornamos à fonte, o mesmo ocorre com os Servos Astrais: quando morrem, a energia deles volta pra fonte que É VOCÊ. Agora imagine só se seu sistema nervoso vai aguentar a carga energética de um Servo bem desenvolvido? As consequências dessa agressão no teu corpo podem levar à ataques cardíacos fulminantes e a AVC´S, por exemplo. 
     Outro aspecto importante dessas duas diretrizes fundamentais é o fato da existência do Servo estar diretamente ligada ao corpo físico dele. Se ele encontra um meio de burlar suas diretrizes (toda Lei tem suas brechas) e ele te incapacitar de fazer um ritual ou coisa assim, você ainda pode quebrar com toda a força que conseguir a estátua/estatueta que é o corpo físico dele, ou jogar o boneco de cera na água fervente, ou queimar/rasgar/queimar e rasgar o pedaço de papel em que ele reside (pra mim são os melhores corpos: podem ser dobrados, são resistentes à impacto e fáceis de destruir se necessário. Nessas horas você entende o motivo do Mago Clow ter feito as Clow Cards em Sakura Card Captor).
Enfim, NÃO ECONOMIZE TEMPO FORMANDO AS DIRETRIZES DO TEU SERVO, tente preencher cada possível brecha, cada erro, NUNCA use vícios de linguagem, ambiguidades ou forças de expressão, capriche bem para que, mesmo com todas as restrições, o Servo ainda consiga seguir o propósito de sua criação.
     
 SEGUNDA PARTE: ALIMENTAÇÃO

       Algo que costumo fazer é planejar bem a alimentação dos meus Servos. NUNCA DÊ INDEPENDÊNCIA ALIMENTAR AO SERVO, é isso que o prende à você, ele precisa de você pra sobreviver.  Durante uma semana, eu costumo acender velas de 7 dias e ordenar que o Servo recém criado se alimente delas para se fortalecer (lembra que um Servo fraco não serve de nada?) antes de manda-lo seguir minhas ordens. Geralmente as velas que deviam durar sete dias duram apenas dois.  Acender velas, oferecer frutas cortadas e energia sexual através do orgasmo são ótimos meios de alimentar o seu Servo, mas não esqueça: NENHUMA fonte vai te privar da obrigação de gastar um tempo visualizando seus Servos, dando a eles constituição mental e densidade (ta vendo porque 150 é bem inviável pra maioria de nós? Imagina ter que ficar 10 minutos visualizando, um a um, 150 Servos Astrais!).
Creio ter dito o suficiente sobre alimentação. CLARO QUE EU SEI QUE É COMPLETAMENTE DESNECESSÁRIO DIZER que se você não alimenta seus Servos eles morrem, não é mesmo, galerinha?
           
 TERCEIRA PARTE: INTERAGINDO COM SUA CRIAÇÃO
Pessoal, deixa eu esclarecer umas coisas sobre Servos Astrais: no começo eles são bem robóticos, mas não demora quase nada (coisa de semanas) e eles desenvolvem a capacidade de sentir, por estar em sintonia conosco eles adquirem muitas de nossas qualidades. Tratar seu Servo como se fosse lixo ou um escravo não será nada saudável para nenhum dos dois, principalmente pra você que vai sentir um cheiro estranho e quando se der conta já terá merda até os joelhos com a criatura que se voltou contra o criador... Sejam firmes com eles, mas sejam, antes de tudo, humanos! Se esforcem para ganhar o apreço de seus Servos, de forma que para eles seja um prazer estar trabalhando para você e com você.
Para se comunicar com ele você tem uma infinidade de escolhas: um pêndulo e um alfabeto (meus preferidos) para ele ir soletrando pra ti caso não tenha a capacidade de se mostrar ou falar no nível físico (Ou você não tenha a capacidade de ver e ouvir o Astral), aparecer em sonhos (ele já tem que estar fortinho pra fazer isso, e você preparado e aberto a isso) ou o mais legal de todos que seria uma manifestação aqui no plano físico... claro que isso exige uma experiência e energia muito grandes, mas nada é impossível!!!  Use o meio de comunicação de sua preferência para saber como ele se sente, se necessita alimento, se tem algo a te dizer, etc.
    
QUARTA PARTE: ADEUS
Essa é a fase mais importante na vida de um Servo. Quando ele já cumpriu com seu propósito ele vai se sentir deslocado e a falta de objetivo existencial vai causar um estrago grande nele quando ele perceber que não tem mais nada pra fazer. Então é hora de dizer adeus antes que alguma catástrofe ocorra. Destrua seu Servo.
Se ele já é bem forte, e você consegue ver novos usos para ele, simplesmente dê uma nova ordem e faça as alterações no corpo dele (através de prolongadas [plural] visualizações) e deixe que ele siga feliz para cumprir com seu novo objetivo. Outo meio que desenvolvi é ordenar que o Servo entre em uma hibernação profunda até que você o evoque novamente se necessário. Fazendo isso, ele ficará no corpo físico dele e vai “dormir”, cessando a maioria de suas funções vitais (Ainda será necessário alimentá-lo, embora com muito menos frequência. Use um pêndulo para averiguar a frequência necessária).
Tome a decisão que quiser, mas sob hipótese alguma permita que ele viva sem propósito. Outra coisa: ao primeiro sinal de desobediência, destrua-o! (Sim, bem judaico-cristão...) Antes que a coisa fuja do teu controle.
Pra concluir o assunto: Uma vez morto, morto está! Nada de evocar a entidade que você destruiu. Já pensou como lidar com um Servo que se lembra plenamente da tua frieza quando o matou pela primeira vez, e que tem a certeza absoluta de que você fará isso novamente? Pois é...

Eis os meus conselhos sobre Servos Astrais para vocês, pessoal! Lembrem que Servos Astrais exigem responsabilidade enquanto eles existirem. Abraço e até a próxima!
-Zórdic

segunda-feira, janeiro 20, 2014

Servos Astrais - Its your own personal elemental





Eu sempre fui bom em viagens astrais, e apesar de nunca ter feito uma totalmente de bom grado (já que é extremamente difícil fazer uma viagem astral consciente), tenho certos modos de induzi-la naturalmente. Bom, em uma destas induções tentei visitar um querido amigo meu de São Paulo. Consegui chegar no ponto onde queria, no ponto da “troca de canal”. Entretanto, ocorreu algo que não estava nos meus planos. Eu comecei a ver pessoas passando e um deles, um homem sem olhos, veio muito rapidamente em minha direção e me beijou e vampirizou de forma muito agressiva. Interrompi na hora e levantei meio assustado, mas soube o que tinha ocorrido: Eu esbarrei com o servo dele.
Os servos astrais são entidades individuais criadas com a sua própria energia e que tem diversas funções dependendo de como eles são feitos.  Eles podem ser usados para ajudar em trabalhos mágicos de proteção de lugares ou pessoas, ou até mesmo para amaldiçoar.
Criar um servo é um exercício de fé em si e de força de vontade. As egregoras são forças geradas pela imaginação das pessoas do grupo, e quanto mais forte você acredita nela, mais forte ela será. Quando você cria um servo, esta criando uma egregora
Por vezes confundimos servos com familiares, entretanto há uma grande diferença entre os dois. A principal delas é o fato de servos não terem vontade, ou seja, eles não fazem as coisas do jeito que acham melhor, eles fazem o que são mandados.

Criando o servo
Quando criamos um SA, estamos criando uma egregora controlada e com tempo limitado de vida (pois os servos não devem ser mantidos por mais de um mês), com um propósito, uma missão.

Primeiro passo: Idealizando o seu servo.
O processo de criação de um servo é parecido com o processo de criação de um familiar em diversos pontos, apenas mudando que o familiar já existe.
O primeiro passo é meditar sobre o servo. Como será seu servo? Eu lembro que algum tempo atrás, meu servo era uma cabeça flutuante sem olhos e com dreads.  Você pode fazer o seu servo do jeito que você quiser. Humanoide ou não, animalesco, alienígena, enfim, do jeito que você quiser.
Entretanto, é necessário que o servo possua certas características que te lembrem o por que ele está vivo. Por exemplo, se for um servo de ataque é bom que ele possua garras, se for um servo de defesa é bom que ele seja mais resistente, e por ai vai.
Depois de criar o esqueleto em sua mente, você precisa passa-lo para o papel. Desenhe o seu servo, mesmo que você não saiba desenhar, só para se lembrar das características mesmo.



Segundo passo: Identificando o seu servo.
O processo de nomeação do servo se da depois da criação do seu corpo. O nome fala muito mais sobre a gente do que podemos imaginar. No nome esta nossa forma evocatória, nossa maneira de ser e nosso objetivo. Quando alguém chama pelo teu nome, ela quer te falar algo, ou seja, te evocar.
Assim é com o Elemental artificial: De um nome a ele que faça ele lembrar por que esta ali, qual o objetivo dele de vida e faça um selo em sigilo com seu nome.

Terceiro passo: Invocando o ragatanga

Bom pessoal, chegamos a parte principal: Dando a vida ao teu servo. Para que não haja erros no ritual de vivificação, é necessário que você escreva ele antes de executar (Assim como deveria ser todos os rituais).
Faca um ritual normal. Acenda suas velas e incensos dependendo da intenção. Faça um banimento leve para afastar as influencias do local e trace o circulo e comece o ritual anunciando ao cosmo a sua intenção.
Em seu altar precisa ter o símbolo dos quatro elementos em seus respectivos ponto. Ponha o selo ao lado do desenho do servo e conjure-o com algo pré-escrito e visualize ele se erguendo do selo. Carregue o sigilo da forma que você quiser e visualize, nas costas do seu servo, o sigilo sendo desenhado como aquelas marcas de queimadura que fazem nos bois.


"Vem a mim, Aracne Parasonia

Minha criatura
Maleficência, devoradora de sonhos
Que enfraquece o meu inimigo por dentro
Saia das sombras e venha em meu proposito"
~Exemplo exemplo exemplo exemplo ~


Passe o selo por todos os elementos físicos. Na terra, de a ele o corpo físico. No ar, a capacidade de se comunicar. No fogo, a força espiritual para executar as tarefas e na água a capacidade de existir. E no fim mande o sopro da vida para ele, concentrado toda a sua energia no tórax, prendendo por alguns segundos e soprando. Atenção: Tome cuidado. Não requinte muito a personalidade do seu servo pois ele pode acabar ganhar as características principais da vida (Intelecto, percepção, vontade e principalmente a consciência)
Visualize ele na sua frente e converse com ele. Conte-o sua função, onde deve agir ou em que. Marque um objeto ou o próprio desenho dele com o sigilo, pois esta será a residência do seu servo.  Guarde o papel contigo para chama-lo quando quiser.
Faca o banimento final e destrace o circulo.
Pronto, o seu servo esta criado. Mas e agora? Agora você tem que alimenta-lo todos os dias. Para alimenta-lo vá ate sua residência e de a ele energia. Deixe-o te sugar. Você pode também alimenta-lo com sangue ou sêmen, ou qualquer fluido energético dependendo da proposta.

Quarto passo: Convocando seu servo para trabalhar.
Bom, existem duas formas básicas para chamar o seu servo, sendo uma mais emergencial e outra ritualística.
A primeira forma é por meditação. Basta você segurar o selo e entoar o seu nome.
Já na segunda forma, você precisa fazer um banimento antes de convocar para diminuir as influencias e chama-lo pelo espelho negro ou qualquer outra técnica divinatória (Incluindo o espelho negro psíquico) ate que ele apareça e bani-lo de novo no final.


Quinto passo: Assassinando o seu servo.

Bom, se vocês não tiverem Alzheimer, devem lembrar que eu falei sobre a vida útil de um servo.

Mas por que um servo precisa ter vida útil? É simples: Imagine você. Você tem um propósito. Ou quer um namorado, ou ficar rico, ou ser feliz, não importa. Mas quando você consegue, você sempre cria um outro propósito, e assim é com o servo.  Ele cumpriu o que tinha que cumprir e vai criar um outro propósito querendo você ou não, e este novo propósito pode te agredir. Também é provável que este servo aprenda a se alimentar de outras pessoas a sua volta e não precise mais de você, se tornando uma egregora independente. Imagine alguém que sabe tudo sobre você e vive solto pelo mundo.
Nestas duas hipóteses, só temos um pensamento: Esta é a hora de mata-lo. 

Para eliminar um servo é necessário recriar o ritual que ele foi criado, entretanto, na parte da conjuração é necessário que você desconjure-o, deixando claro que seu intento já foi cumprido, e deixando claro também o seu legitimo direito de dar um fim naquela vida que você começou. Leia a sua desconjuração e queime o sigilo, fazendo a energia dele fluir de volta para os seus pulmões.
Finalize o ritual da mesma forma, e esqueça o seu servo.
Nao fale sobre ele durante muito, muito tempo. Tente não pensar nele, ou no MAXIMO Trata-lo como um animal morto. E nunca, em hipótese nenhuma, volte a chama-lo.
Bom, é isso ai pessoal. Espero que usem seus servos com prudência. E lembrem-se sempre: Magick is Might




 
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